Um estilo de vida

by Bruno Marangoni – 4 min de leitura

Você já teve alguma vez o sentimento de estar trabalhando feito louco mas sem entender o por quê de tanto esforço? Já esteve em alguma situação onde o seu chefe se contradiz sobre o que ele quer que você faça? Ou já teve um daqueles momentos onde não sente vontade de fazer nada daquilo que deve fazer? E afinal de contas, trabalhamos pelo dinheiro, pelo reconhecimento ou para sermos felizes?

Se você respondeu que trabalha para ser feliz, saberia me explicar o quanto isso está dando certo?

Há uma diferença absurda, mas muitas vezes ignorada, entre trabalhar pelo dinheiro, trabalhar pelo reconhecimento e trabalhar para ser feliz. Se o dinheiro é apenas visto como um fim, sua vida poderá ser um desastre, pois o dinheiro em si não agrega valor nenhum a sua vida, nem as das pessoas a sua volta. Trabalhar pelo reconhecimento pode ser um longo túnel sem luz no final, pois o reconhecimento está na mão dos outros e não sob seu controle.

Trabalhar para ser feliz tem um sentido que o dinheiro e o reconhecimento não têm. O dinheiro e o reconhecimento levam tempo, e pode ser que nunca seja o bastante. Trabalhar para ser feliz é concretizado neste exato momento. Ele se torna real no momento presente. E está 100% sob seu controle. Não depende do tempo, não depende do humor das outras pessoas, não depende de ninguém, ao não ser você mesmo.

Trabalhar para ser feliz talvez não o torne a pessoa mais rica ou reconhecida do mundo. Mas lhe dará prazer em fazer o que gosta. Pois só é possível ser feliz no trabalho se faz aquilo que ama fazer. E digo mais, da maneira que acredita ser a sua maneira de se trabalhar. Não a maneira imposta pelos outros. Mas a maneira que respeite a sua individualidade. Pois cada pessoa é um ser único e especial. Tem suas particularidades.

Se quer saber mesmo se está trabalhando para ser feliz, basta refletir sobre:

  • Você está fazendo aquilo que ama fazer?
  • Você está empregando as suas melhores habilidades naquilo que faz?

Se não estiver de acordo com essas duas questões é possível que não esteja completamente feliz em seu trabalho.

E o que significa trabalhar? Eu e a Palominha acreditamos que trabalhar seja: fazer a nossa vida acontecer.

Houve um tempo em que acreditávamos que trabalhar fosse fazer o que nossos empregadores pediam para que nós fizéssemos. Mas nos víamos completamente infelizes com isso. Uma por que os princípios dos empregadores nem sempre eram os mesmos que os nossos. Eu e a Palominha sempre acreditamos que o motivo de uma empresa existir seja para resolver os problemas dos clientes. Alguns empregadores não pensam assim.

Também estávamos em situações onde o melhor de nós não podia ser expressado. Por quê? Por que a empresa tinha processos e regras. E também nos víamos infelizes com isso, pois afinal de contas, sabíamos que tínhamos valor a oferecer (especialmente para resolver os problemas dos clientes), mas não éramos como robôs para seguirem processos e regras. Queríamos resultados, deixar os clientes satisfeitos.

E por fim, estávamos cada vez mais infelizes por seguirmos orientações de líderes que não sabiam o que de fato queriam para suas empresas. É o que chamo correr atrás do próprio rabo. É como um capitão de barco que hora pede para ir a uma direção e, quando muda de humor, reclama com todos por não estarem na outra direção.

Esse é um estilo de vida insustentável. Limitador. Correr atrás do próprio rabo, além de não agregar valor a própria vida, a vida dos outros e ao mundo, acaba sendo um peso morto, que muitas vezes acaba sendo carregado pelos mais fracos: os funcionários.

Eis a importância do questionamento: eu e a Palominha vinhamos nos perguntando “Estamos trabalhando para quê e por quê?”. Até que pensamos se era para ser felizes. Foi triste, mas foi libertador, que não estávamos trabalhando para sermos felizes. Ganhávamos um excelente dinheiro. Mas não havia sentido. Não compensava, era insustentável. Ela e eu estávamos ficando doentes. Na verdade a Palominha chegou a ter depressão.

“E ai, vamos trabalhar para sermos felizes?”

Foi essa pergunta que nos fez tomar a decisão que mudou a nossa vida. Descobrimos esse novo estilo de vida que, diga-se de passagem, tem sido incrível: trabalhar para ser feliz.

Foi aí que decidimos nos tornarmos Jovens Nômades. O que seria um Nômade se não fosse a sua liberdade de expressar-se onde e quando quiser?

Não havia dúvida de que isso era o certo a ser feito. E é isso que esse primeiro post de nosso Blog vem propôr a você querido leitor e seguidor, reflita:

“E aí, vamos trabalhar para sermos felizes?”

Se você topar, pode acreditar que, aqui no Jovens Nômades, você encontrará muito conteúdo de valor pela frente, que lhe ajudará a ser realmente feliz em seu trabalho. Lembre-se: trabalhar significa fazer a vida acontecer.

Um abraço, Bruno Marangoni, um Jovem Nômade.

Bem-vindo ao estilo de vida: Jovem Nômade!

Amamos o que fazemos, amamos nosso estilo de vida Jovem Nômade e queremos compartilhar isso com você através de nossas experiências. Nos comprometemos a registrar tudo o que vivenciarmos e compartilhar com vocês através de nosso Blog e de nossas redes sociais:

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2 comments

    1. Olá Michele! Obrigado pelo elogio! Sentimos que a vida fica mais gostosa quando geramos valor as outras pessoas. Ficamos feliz em compartilhar! Seja abençoada! S2

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