Como usar suas habilidades para realizar seus sonhos: um guia prático e completo

by Bruno Marangoni – 8 min de leitura

O que é que esse título e – provavelmente – esse artigo tem haver com Jovens Nômades e turismo? Pra quem está nos acompanhando nos Stories, nos Snaps e nas Transmissões ao vivo no Instagram tem percebido que estamos nos dedicando cada vez mais a compartilhar com vocês, queridos seguidores, como você pode se tornar um Jovem Nômade também e viver agora a vida que sempre quis.

Eu e a Palominha sempre tivemos a intenção de ajudar as pessoas a fazerem isso. Nós estamos, literalmente, fazendo disso a nossa vida – pois isso está alinhado totalmente com o nosso desejo integral de como queremos viver nossas vidas. E você acompanhará cada vez mais em nosso Blog, nosso canal no Youtube, Stories e Transmissões ao vivo no Instagram, essas dicas práticas de como você pode aplicar isso na sua vida.

Vamos ser diretos aqui e falar sobre como identificar uma habilidade em que se é bom para usar isso a seu favor – usar isso para realizar seus sonhos, geral valor a sua vida e a das pessoas a sua volta.

Não quero que esse artigo seja só mais um artigo, quero gerar valor prático para sua vida agora. E para isso funcionar, preciso que você se dedique a concentrar-se nesse texto para extrair o máximo dele para aplicar na busca de seus objetivos.

Por que venho falar aqui com vocês sobre habilidades e o que isso tem haver com seus sonhos?

Durante muito tempo eu – em minhas experiências de trabalho – fui treinado para seguir processos e fazer o que as outras pessoas queriam que eu fizesse, e sempre, absolutamente sempre, fui julgado pelo resultado.

O problema disso está sempre no seguir processos. Digamos que o processo da empresa seja atender o cliente via e-mail. Apenas via e-mail. E o melhor que há em mim, durante o atendimento (e relacionamento geral) com as pessoas esteja na minha comunicação verbal e corporal – as pessoas entendem perfeitamente o que digo, e até as influencio a fazerem o que é melhor para elas.

Mas a empresa exige que eu siga os processos (atendimento somente por e-mail) e me julga pelos resultados. E digamos que eu não seja tão bom assim em me comunicar por escrito – pareço frio, parcial, autoritário. E os clientes não gostam desse meu atendimento. E a empresa me julga como incompetente no atendimento ao cliente.

E o pior não é isso. Digamos que sempre que eu tente telefonar ao cliente (com o objetivo de solucionar seu problema) a empresa me reprime por não seguir os processos, os malditos procedimentos.

o foda é que – como aconteceu comigo durante muito tempo, e acontece com muitas pessoas – podemos achar que não servimos para atender as pessoas. Mas o problema não está em nós. Nunca esteve. O problema está fora de nós. Está no que busca nos enquadram em algo – sem respeitar o que somos bom e nossas limitações.

Mas não vamos esperar que os outros mudem, que as empresas e os chefes mudem.

Eu pedi a conta do emprego bem remunerado que eu estava para fazer o que acredito certo e a minha maneira. Não estou querendo te influenciar a fazer o mesmo. Mas quero que você repense sobre suas habilidades – e esse é o foco desse artigo.

Não pense no resultado cobrado. Vamos falar sobre suas habilidades.

Costumo usar a analogia da gaivota e da lagarta.

Se eu perguntasse a Gaivota: “Diz ai o que você faz bem que ninguém mais faz gaivota?”

E ela poderia responder: “Cara, não faço absolutamente nada de mais, faço simplesmente a mesma coisa que todas as outras gaivotas fazem, fico voando o dia todo. Nada de mais. Sou absolutamente comum. Faço coisas comuns, que qualquer outro faz.”

Mas e se eu perguntasse a lagarta, que está rastejando lá no chão: “Lagarta, diz ai o que é que a Gaivota faz bem que ninguém mais faz?”

Ela provavelmente responderia: “Se tá maluco! Cara a gaivota voa cara, ela voaaaa!!!”

Então, a primeira reflexão que eu quero que você faça é a seguinte:

Aquilo que pode ser comum para você, pode ser extraordinário para outras pessoas!

E o lance é exatamente este! Pensar sobre suas habilidades, mas do ponto de vista das outras pessoas, aquelas que percebem valor no que você faz.

Para ficar mais claro, proponho a você fazer o seguinte exercício:

Pense nos melhores momentos da sua vida. Naqueles momentos onde você teve um bom resultado em seja o que esteve fazendo. Um resultado que se sentiu orgulhoso. Mas por algo que você fez, do seu jeito. Mesmo que descumpriu algumas regras. Mas fez ao seu jeito – não do jeito que queriam que fizesse – e obteve um bom (ou ótimo) resultado.

Quando sentiu êxtase e pensou comigo mesmo: “Sou foda cara por que fui em que fez, do meu jeito – sempre soube que se fizesse do meu jeito conseguiria!”

Pense nesses momentos que obteve êxtase – sentiu-se foda – e que obteve um resultado bom. Não precisa ser o melhor resultado. O lance não é esse. O lance é o fato de você ter feito do seu jeito, do jeito que você acreditava ser o certo. Mesmo que não tenha sido o melhor resultado.

Reflita sobre esses momentos. pode ter sido a poucos dias, pode ter sido a um ano, pode ter sido na faculdade, na escola, no grupo de amigos, no trabalho, numa brincadeira com amigos.

Anote a situação, o que você fez e, especialmente, o que acreditou que era o certo que estava fazendo.

Agora reflita sobre outra situação. Quais momentos você foi sinceramente elogiado por algo que fez ou resultado que obteve.

Talvez, e possivelmente, por  algo que você acha tão básico e natural. Mas que os outros o elogiaram. Pode ser algo artístico, uma habilidade com planilhas, números, computador, ferramentas, carro, flores, falar em público ou qualquer coisa.

Algo que você pode achar tão banal, mas que os outros o elogiaram.

Pode ter sido recentemente ou a muito tempo. Reflita e recorde a situação e o que você fez (ou resultado que obteve) que o fez ser elogiado pelas pessoas, seja amigos, colegas de escola ou faculdade, ou mesmo trabalho, ou na internet. Qualquer pessoa.

Pense no que estava fazendo, como estava fazendo e se sentindo.

Anote também.

Agora reflita sobre os dois pontos que você anotou. O ponto de qual momento/situação que você obteve êxtase e qual momento/situação foi elogiado pelos outros.

O que você fez em ambas as situações? Qual habilidade estava por trás desses momentos/situações?

Pode ser que você identifique algo que estava a tempos esquecido. Ou algo tão comum como voar para a gaivota.

Entenda que ai está parte da fórmula, uma parte essencial, para começar a viver a vida que sempre quis: usar uma habilidade sua para gerar valor a sua vida e a vida das outras pessoas.

Eu mesmo havia me esquecido que sou bom analista e isso me ajuda a aprender rapidamente a ter resultados nas redes sociais. Eu havia realmente esquecido.

Esquecido por que eu estava completamente mergulhado em fazer da melhor maneira possível os malditos processos impostos sobre mim em meus empregos. Esqueci por que fiquei ouvindo o que as pessoas tinham pra me dizer sobre o que é bom pra se fazer na vida – pra ganhar dinheiro ou ser alguém.

Eu havia esquecido (não só minha habilidade analítica, mas outras habilidades também) por que deixei de focar no que eu era bom, pra me enquadram no que os outros diziam (e dizem) que é bom fazer para ganhar dinheiro e ser determinada pessoa na vida.

Não que o problema seja ganhar dinheiro ou ser alguém. Não estou falando aqui propriamente sobre resultados, objetivos. Estou falando de habilidades. Pois não adianta ter um objetivo em mente e não utilizar o seu melhor para consegui-lo. E eu fiquei muito tempo deixando de usar o meu melhor e usando a receita de outras pessoas.

Só fui me reencontrar quando passei a fazer essas duas reflexões que propus a vocês fazerem.

No meu caso, eu pude recordar como sou bom em analisar barriga de mulheres grávidas pois isso me ajuda a acertar o resultado (quando é menino ou menina). Como sou bom em encontrar um padrão por trás das fotos postadas no Instagram que obtém mais engajamento para que eu pudesse fazer os meus testes e conseguir melhores resultados. Como eu sou bom em identificar o estado mental da pessoa para que eu pudesse a orientar para melhorar seus resultados.

Mas precisei lembrar de quando eu me senti foda (êxtase) por fazer algo do meu jeito (mesmo errando muitas vezes) e sentir aquela sensação de: “eu sempre soube que desse jeito eu conseguiria” (e que muitas vezes era o jeito oposto ou ‘errado’ que as outras pessoas diziam).

Precisei lembrar de que algumas coisas comum que eu faço são valiosas para outras pessoas (e que muitas estão até dispostas para pagar por isso). Mas que eu precisava ir além do pensamento da gaivota e passar a pensar do ponto de vista da lagarta. E assim pude perceber que coisas ‘simples’ que eu faço (até de olhos vendados) tem muito valor para outras pessoas.

Volto a dizer, o Jovens Nômades ainda não se materializou da maneira que eu quero. Está muito no intangível ainda.

Não me importo se apenas 2 pessoas lerem esse artigo e apenas 1 acreditar que isso pode melhorar sua vida. Eu tenho paciência! A Paciência é tema para outro artigo (ou vídeo), mas ela é essencial para que você possa manter-se firme no seu caminho enquanto passa a focar em sua habilidade. Pois você será criticado!

Sim, você será muito criticado. Pois provavelmente você não estará seguindo a cartilha. Não estará cumprindo a merda dos processos. Cara FODA-SE os processos!

FODA-SE os processos!! To aqui repetindo: FODA-SE AS MERDAS DOS PROCESSOS!!

Eu odiava quando queria que eu fizesse a merda de um suco de abacaxi com limão. Tanto faz se eu fizesse um suco colocando o abacaxi primeiro e o limão depois, o cliente ficava feliz e esse era meu foco. Então eu fazia o suco do meu jeito para fazer o cliente feliz. E meus empregadores me repreendiam por eu não ter seguido a processo correto que “primeiro vai o limão e depois o abacaxi” (mesmo se o cliente não fosse ficar tão feliz).

É obvio que é só uma analogia para coisas muito sérias relacionadas a felicidade do cliente. Por mim eu atenderia o cliente sentado no ‘meio fio’ comendo um espetinho e tomando Tubaina se isso fosse o fazer feliz, mas para o empregador isso era contra os processos.

Foque no em como você sabe fazer bem as coisas pra gerar valor pra sua vida e das pessoas. Eu descobri que consigo fazer os clientes mais felizes se eu fizer as coisas da minha maneira. Eu, absolutamente, sempre trabalhei com vendas.

Todas os empregos que trabalhei foi para vender. Eu sempre acreditei que toda e qualquer empresa existe para resolver o problema do cliente. Mas muitos dos meus antigos empregadores não pensavam assim, e isso gera um conflito. Um puta conflito.

O problema está no fato de o empregador montar uma empresa apenas para resolver seus próprios problemas (trocar de carro, melhorar seu padrão de vida, etc) e criar processos na empresa com esse objetivo.

Eu disse chega! Não trabalho mais para os outros. Prefiro morrer do que trabalhar como empregado de outros novamente.

Mas como também não quero morrer, vou fazer minha vida dar certo. Não tentar. FAZER!

E, ainda bem, que possuo habilidades –  que pra muita gente tem valor!!

Esse é o point! Esse é o lance pessoal!

Descobrir suas habilidades. Por isso é importante fazer essas reflexões. Mas você só vai conseguir faze-las e obter sucesso se você esquecer-se por um momento das situações em que se encontra. Foque nos momentos em que sentiu êxtase por fazer algo a sua maneira e nos momentos em que foi elogiado por ter feito algo.

Eu repito as coisas por que você precisa ficar consciente. Provavelmente muitos de vocês estão como eu estive – esquecidos de que são de verdade e habituados a identificar-se ao que os outros dizem como você deve ser. Por isso eu repito muito.

Tem que haver intenção para que isso comece a funcionar. Se você não se policiar, já já vai estar, novamente, vivendo no mundo ditado pelos processos que os outros criam para você seguir.

Cara, preste a atenção! É de sua vida que estamos falando. Não estamos falando de uma coizinha qualquer!

Veja lá como ira tratar sobre esse assunto!

Está na sua mão agora!

E ai? Fez sentido para você esse post?

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Já, essa semana terão novos artigos aqui (e vídeos no canal do Youtube) sobre esse assunto: como começar a realizar seus sonhos agora! Acompanhe!

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Um abraço, Bruno Marangoni, um Jovem Nômade.

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